{"id":1832,"date":"2021-09-13T12:49:17","date_gmt":"2021-09-13T15:49:17","guid":{"rendered":"https:\/\/udelar.edu.uy\/internacionales\/?page_id=1832"},"modified":"2021-11-22T12:20:00","modified_gmt":"2021-11-22T15:20:00","slug":"historia-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/udelar.edu.uy\/internacionales\/portugues\/historia-2\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"\n<p>Embora a Universidade da Rep\u00fablica tenha se caracterizado em sua hist\u00f3ria, por sua disposi\u00e7\u00e3o, abertura e import\u00e2ncia atribu\u00eddas \u00e0s rela\u00e7\u00f5es internacionais, \u00e9 a partir do retorno \u00e0 democracia que se inicia um per\u00edodo de acentuado dinamismo nesse sentido.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Assim, em 1985, num momento de vertiginoso desenvolvimento do conhecimento cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico, a coopera\u00e7\u00e3o internacional come\u00e7ou a ganhar visibilidade e destaque, sendo \u00abpreocupa\u00e7\u00e3o constante da UdelaR conseguir uma inser\u00e7\u00e3o adequada nos circuitos internacionais de ensino superior e investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica\u00bb (Fonte: Coopera\u00e7\u00e3o Acad\u00eamica da Universidade da Rep\u00fablica &#8211; Cole\u00e7\u00e3o Reitoria)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, iniciou-se uma etapa (1985-1988), marcada por importantes projetos e doa\u00e7\u00f5es p\u00f3s-ditadura, sendo sua gest\u00e3o baseada em dois n\u00edveis:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol><li>um mais institucional, em um gabinete central (Dire\u00e7\u00e3o de Planeamento Geral) e no qual atuou uma comiss\u00e3o encarregada da formaliza\u00e7\u00e3o dos acordos bilaterais e multilaterais (Comiss\u00e3o de Acordos)<\/li><li>um mais espec\u00edfico, nas diferentes faculdades, a cargo das suas m\u00e1ximas autoridades (Diretores)<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>O crescente volume e diversidade de tarefas levaram o CDC a criar um escrit\u00f3rio central &#8211; Dire\u00e7\u00e3o Geral das Rela\u00e7\u00f5es e Coopera\u00e7\u00e3o, DGRC- dedicado especificamente \u00e0 coopera\u00e7\u00e3o e la\u00e7os internacionais, incorporando quadros existentes em outras \u00e1reas.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma segunda etapa que se iniciou em 1988 e se estende at\u00e9 2006 \u00e9 \u00fanica porque, \u00e0s atividades que vinham sendo desenvolvidas, o contexto externo agregou novos desafios a serem enfrentados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O surgimento dos primeiros programas de coopera\u00e7\u00e3o regional entre a Uni\u00e3o Europeia e a Am\u00e9rica Latina e o processo de integra\u00e7\u00e3o regional emergente do Tratado de Assun\u00e7\u00e3o possibilitaram uma s\u00e9rie de oportunidades bilaterais de aproxima\u00e7\u00e3o e coopera\u00e7\u00e3o solid\u00e1ria no n\u00edvel da educa\u00e7\u00e3o superior.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 neste marco que nasceu e se consolidou a proposta de cria\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o de Universidades <s>do <\/s>Grupo Montevid\u00e9u (AUGM) no \u00e2mbito das universidades p\u00fablicas dos pa\u00edses do Mercosul (agosto de 1991), bem como a participa\u00e7\u00e3o ativa em programas como o Ecos-Sud Programa com a Fran\u00e7a (1993), Programa INTERCAMPUS com apoio do Instituto Ibero-Americano de Coopera\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Espanhola de Coopera\u00e7\u00e3o Internacional &#8211; AECI (1994), Programa ALFA da UE que tamb\u00e9m se inicia nesse ano, ou Programa ALBAN em 2003, PIMA, PAME, CAPES, para apontar alguns dos mais conhecidos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Simultaneamente \u00e0s a\u00e7\u00f5es que possibilitaram realizar in\u00fameras experi\u00eancias de pesquisa conjunta, forma\u00e7\u00e3o de acad\u00eamicos mobilidade de alunos e de professores, e tamb\u00e9m de integra\u00e7\u00e3o regional, tornou-se vis\u00edvel a necessidade de manter a qualidade do ensino superior, fortalecer os la\u00e7os regionais, promover parcerias, potencializar diversos programas e redes de coopera\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria que geram sinergias e facilitam a coopera\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de macro-redes (como a AUGM) e redes regionais (ex. UDUAL), nas quais a Udelar esteve presente, multiplicando as atividades e gerando uma demanda constante para a Dire\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es internacionais da UdelaR.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2006 iniciou-se uma terceira fase (2006-2018) em que foi criada em 2007 a Comiss\u00e3o das Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e da Coopera\u00e7\u00e3o Regional e Internacional (CRI-CRI), respondendo a uma nova concep\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es internacionais, no quadro das pol\u00edticas para a internacionaliza\u00e7\u00e3o do ensino superior e dando-lhe capacidade de iniciativa em mat\u00e9ria de rela\u00e7\u00f5es regionais e internacionais, pol\u00edticas de coopera\u00e7\u00e3o internacional e regional, interc\u00e2mbio acad\u00e9mico e conv\u00eanios. Em Ordenan\u00e7a do mesmo ano (Res. N\u00ba 7 do CDC de 28 \/ VIII \/ 2007) s\u00e3o estabelecidos suas atribui\u00e7\u00f5es e funcionamento (auxiliado pelo DGRC); \u00e9 indicada tamb\u00e9m a sua integra\u00e7\u00e3o -co-governada-, a saber: o Vice-Reitor que preside, um delegado de cada Ordem, um de cada \u00c1rea e das Comiss\u00f5es Setoriais de Ensino, Pesquisa e Extens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Aconselhar o CDC em quest\u00f5es de coopera\u00e7\u00e3o e acordos internacionais; propor pol\u00edticas institucionais que promovam a inser\u00e7\u00e3o da UdelaR no \u00e2mbito regional e internacional; orientar a participa\u00e7\u00e3o da UdelaR no Setor Educacional do Mercosul (SEM) e propor prioridades quanto a programas, projetos, planos e atividades de rela\u00e7\u00f5es internacionais foram as fun\u00e7\u00f5es atribu\u00eddas \u00e0 CRI-CRI.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante destacar que em 2008 o CDC aprovou a estrutura da Dire\u00e7\u00e3o Geral das Rela\u00e7\u00f5es e Coopera\u00e7\u00e3o, que compreendia uma Dire\u00e7\u00e3o Geral, duas Divis\u00f5es, 4 Departamentos e come\u00e7ou o processo de preenchimento dos cargos por meio dos respectivos concursos.<\/p>\n\n\n\n<p>Posteriormente, em 2014, a Unidade Mercosul &#8211; ex-Comiss\u00e3o Setorial do Mercosul &#8211; passou a integrar a DGRC, que existia desde 1994.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 DGRC, continuou participando ativamente das iniciativas da AUGM e de seus programas, na Comiss\u00e3o de Educa\u00e7\u00e3o Superior no Setor de Educa\u00e7\u00e3o do Mercosul, bem como a gest\u00e3o de programas como os mencionados acima, aos quais se agregaram outros como o Programa 720 de Contraparte de acordos, Erasmus Mundus, Erasmus +, 6\u00ba e 7\u00ba Programa-Quadro da Uni\u00e3o Europeia, Horizonte 2020, Bolsas Iberoam\u00e9rica, Pablo Neruda, Funda\u00e7\u00e3o Carolina, Funda\u00e7\u00e3o Bot\u00edn, L\u00edderes Ibero-americanos, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 nesta fase que se imp\u00f5e o refor\u00e7o da comunica\u00e7\u00e3o com os referentes da mobilidade e das rela\u00e7\u00f5es internacionais das diferentes faculdades e centros universit\u00e1rios, atores estrat\u00e9gicos em uma organiza\u00e7\u00e3o complexa que, adicionalmente, iniciou um processo de expans\u00e3o institucional atrav\u00e9s da sua descentraliza\u00e7\u00e3o e regionaliza\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em meados de 2016, a CRI-CRI considerou necess\u00e1rio fazer um ajustamento para uma melhor defini\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas de rela\u00e7\u00f5es internacionais, a sua gest\u00e3o, acompanhamento, articula\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o com as faculdades e centros universit\u00e1rios, propondo a cria\u00e7\u00e3o de uma nova estrutura. Durante 2017, houve avan\u00e7os no projeto.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma nova etapa, a 4\u00aa, come\u00e7ou em 2018 com a cria\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o das Rela\u00e7\u00f5es Internacionais (SRI) pela Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 12 do CDC de 26 \/ VI \/ 2018, que \u00e9 composto por: a Presid\u00eancia, a Comiss\u00e3o de Assuntos Internacionais que substituiu a CRI-CRI, a Unidade de Apoio Acad\u00eamico e a Unidade de Apoio T\u00e9cnico e de Gest\u00e3o, unidade que re\u00fane as \u00e1reas e funcion\u00e1rios da antiga DGRC.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 nesta fase que nos encontramos atualmente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora a Universidade da Rep\u00fablica tenha se caracterizado em sua hist\u00f3ria, por sua disposi\u00e7\u00e3o, abertura e import\u00e2ncia atribu\u00eddas \u00e0s rela\u00e7\u00f5es internacionais, \u00e9 a partir do retorno \u00e0 democracia que se inicia um per\u00edodo de acentuado dinamismo nesse sentido.&nbsp; &nbsp;Assim, em 1985, num momento de vertiginoso desenvolvimento do conhecimento cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico, a coopera\u00e7\u00e3o internacional come\u00e7ou [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":1723,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"portugues.php","meta":{"footnotes":"","_expiration-date-status":"","_expiration-date":0,"_expiration-date-type":"","_expiration-date-categories":[],"_expiration-date-options":[]},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/udelar.edu.uy\/internacionales\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1832"}],"collection":[{"href":"https:\/\/udelar.edu.uy\/internacionales\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/udelar.edu.uy\/internacionales\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/udelar.edu.uy\/internacionales\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/udelar.edu.uy\/internacionales\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1832"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/udelar.edu.uy\/internacionales\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1832\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2168,"href":"https:\/\/udelar.edu.uy\/internacionales\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1832\/revisions\/2168"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/udelar.edu.uy\/internacionales\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1723"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/udelar.edu.uy\/internacionales\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1832"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}